sexta-feira, agosto 26, 2016

De França, a revista Hard Force

Uma das revistas francesas de referência no campo do Hard/Heavy era a Hard Force que pelo meu conhecimento só teve distribuição em Portugal a partir de finais da década de 1980.
Publicação mensal, durou cerca de 15 anos (entre 1985 e 2000) e foi recuperada em 2010 como magazine web vivendo agora online.
Do seu primeiro número de outubro e novembro de 1985 deixo algumas imagens.





terça-feira, julho 05, 2016

Manilla Road passaram por Portugal em maio

Foi com espanto que há cerca de três meses li que uma das melhores bandas que me lembro de descobrir ao ouvir o Lança-Chamas viria a Portugal. Pois como o título deste post deixa adivinhar trata-se exatamente dos Manilla Road de Mark Shelton, único sobrevivente da formação original e seu mentor desde o inicio.
A tentação era grande e não pude deixar de assistir à prestação em Lisboa, no autêntico clube Rock que se tem vindo a tornar o espaço RCA Club. Consegui ainda ver boa parte da atuação dos Ironsword, banda de Metal portuguesa já com uns bons anos de carreira que esteve bem à altura de 'abrir' para os senhores do Heavy Metal épico com a voz de Tann a evocar por vezes o tom de Shelton.
Pouco passava da meia-noite quando os Manilla Road começaram, no início com problemas de monição de palco, entretanto resolvidos eficazmente, e duas horas depois deram por finda a sua presença perante uma plateia visivelmente satisfeita.
Fica aqui uma pequena filmagem com pedaços das atuações de Ironsword e Manilla Road.
Obrigado ao autor.




quinta-feira, junho 02, 2016

2011, Peter Frampton em Portugal

Foi a segunda vez que o cantor, compositor e guitarrista se apresentou em nome próprio ao vivo em Portugal depois de ter estado em Faro em 2005.
Pavilhão Atlântico (atual MEO Arena) com talvez 3/4 da lotação preenchidaa a um sábado, 5 de novembro de 2011. Este concerto inseriu-se na digressão Frampton Comes Alive! 35th Anniversary World Tour que como o nome indica celebra o 35º aniversário da edição do álbum ao vivo Frampton Comes Alive.
Este disco que se tornou no maior sucesso comercial de Frampton foi interpretado na integra desde o começo do espetáculo e preencheu toda a primeira parte. Numa atuação com cerca de três horas de duração, tivemos depois de um intervalo oportunidade para ouvir temas mais recentes e/ou porventura menos conhecidos, alguns instrumentais e covers de músicas como While My Guitar Gently Weeps ou o surpreendente Black Hole Sun dos Soundgarden.
Foi um noite de ótima música com uma segunda parte talvez mais morna devido ao alinhamento mas que no final deixou uma sensação de felicidade por ter assistido à atuação de uma lenda da musica Rock ainda na plena posse das faculdades e que além de bom executante parece ter real prazer em estar em palco.
Tão boa memória ficou que passados alguns dias, e arrependido de não o ter feito no final do concerto, encomendei a gravação integral em formato de CD triplo em edição numerada (imagem da capa em baixo).

Reportagens online:
Palco Principal
Correio da Manhã
TVI
Pedras Rolantes (blog)







sexta-feira, maio 13, 2016

Blues Pills ao vivo em Lisboa

Dia 5 de março deste ano, uma noite de sábado com chuva miúda e derby de futebol a decorrer a muito poucos quilómetros.
O local, RCA Club em Lisboa na zona de Alvalade e no cartaz Pristine e Blues Pills.
Da Noruega veio Pristine, a banda que fez a primeira parte, com carismática cantora feminina, de seu nome Heidi Solheim, e que mostrou ter qualidade e ser perfeita para esta noite visto que também navegam por mares musicais próximos dos cabeça-de-cartaz.
Quanto aos Blues Pills as espetativas de virmos a assistir a um grande concerto eram altas e foi o que todos os que a ele assistiram tiveram direito, ou para ser mais exato privilégio pois música desta, bem executada e com o suporte de um bom som na sala não acontece assim tanto por cá.
Com elementos nascidos na Suécia, Estados Unidos e França pode dizer-se que Blues Pills é uma multinacional do Blues Rock com notórias influências da boa música Rock, Soul e Blues dos anos 60 e 70 e grandes ativos tem em cada um dos seus músicos.
São estes Elin Larsson, dona de voz poderosa que com a sua energia e cabelo loiro comprido esvoaçante cria um forte impacto visual, a certíssima dupla rítmica, Zach Anderson na viola-baixo e André Kvarnström na bateria e o mais jovem de todos Dorian Sorriaux simplesmente perfeito na guitarra.
As músicas do alinhamento (que não anotei) pareceram-me ser o percorrer de quase todo o álbum de estúdio de 2014 e o EP Bliss.
Chamo a atenção para o novo disco, de título anunciado Lady In Gold, e que tem lançamento previsto para agosto deste ano.
Se necessário fosse temos aqui motivo suficiente para que voltem a Portugal em breve e novamente possam deixar de sorriso na cara todos os que assitiram.




sexta-feira, abril 15, 2016

Regresso a 1995 com Vargas Blues Band

Descobri o guitarrista espanhol Javier Vargas com este disco, precisamente comprado em Espanha, e após ter lido critica favorável ao mesmo. Escuta-lo foi uma boa surpresa pela boa mistura do tradicional Blues elétrico com um Rock por vezes próximo do Hard. Fez-me lembrar Stevie Ray Vaughan (e até pelas semelhanças na imagem).
Depois adquiri vários outros trabalhos de Vargas onde o músico se aventura por campos próximos da música tradicional latina como o flamenco mas sempre com um traço de Blues bem delineado.
Fica então a sugestão: Vargas Blues Band e Texas Tango, gravado em Memphis, Tennessee e produzido por Jim Gaines (Santana, Stevie Ray Vaughan, Van Morrison, Ronnie Montrose, etc, etc).
Deixo aqui a crónica sobre o disco publicada na Metal Hammer, edição espanhola, com o número 97 de dezembro de 1995.


E uma amostra sonora disponível no Youtube.